Samuel pagou adiantado para uma serralheria fazer um portão novo. O produto deveria ser instalado em 45 dias, mas a promessa não foi cumprida. Por causa do atraso, a casa dele ficou desprotegida e acabou sendo furtada. Sem conseguir um acordo com a empresa e prevendo que levaria um calote, o Samuel pediu a ajuda da Patrulha do Consumidor. Veja o que aconteceu quando o Celso Russomanno assumiu a negociação.

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