O governo afirmou na sexta-feira (1) que autorizou uma oferta secundária de ações da empresa estatal de energia Eletrobras, para dar maior segurança ao procedimento de desestatização da companhia previsto para este ano.

Segundo um decreto, com a oferta secundária, "os investidores terão mais uma garantia de que a União deixará de ter o controle direto ou indireto sobre a empresa".

A oferta secundária já vinha sendo considerada como uma possibilidade, após a primária, para diluir a participação do governo na empresa, que hoje detém 51,82% das ações ordinárias.

No decreto anunciando a oferta, o governo informa que as ações a serem vendidas, todas detidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou suas subsidiárias, somam 16,78% do total de ações ordinárias da Eletrobras. Caso a União não perca o controle da companhia na primeira oferta, serão ofertadas ações que estão em posse do BNDES.

A privatização da estatal será feita por meio da venda de novas ações no mercado, porém, sem a participação da União.

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