Quando era bem menina, o pai dela era fã de histórias de ficção científica. Desde pequena, mergulhou no mundo de Isaac Asimov, Arthur C. Clarke e Carl Sagan. Histórias que misturavam a fantasia com descobertas científicas.

Hoje, ela é uma cientista de sucesso. Mas, para chegar a isso, superou desafios conhecidos pelas mulheres que fazem Ciência no Brasil.

Sobre a desigualdade de gênero na pesquisa científica e como superá-la, o #JornaldaTarde conversou com Natália Pasternak, microbiologista e presidente do Instituto Questão de Ciência.

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