Esta é a conclusão de um levantamento feito pelo Observatório Obstétrico Brasileiro, utilizando dados do próprio Ministério da Saúde. A pesquisa demonstrou que, no Brasil, as mortes de gestantes e puérperas estão 35% acima dos cálculos do Ministério.

Isso porque o método usado pelo governo para medir esses índices deixa de fora uma série de casos que deveriam ser considerados.

Um dos motivos é que, dependendo da doença, ela não será incluída nas estatísticas de mortalidade de mães, mesmo que ainda sejam gestantes. Outra razão é o prazo para que uma mulher seja listada como puérpera, que é de 42 dias após o parto.

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