1 de 1 Mark Zuckerberg — Foto: Mark Lennihan/AP Photo

Mark Zuckerberg — Foto: Mark Lennihan/AP Photo

Mark Zuckerberg, presidente-executivo da Meta, perdeu US$ 3,1 bilhões de sua fortuna após a empresa divulgar a primeira queda de faturamento em sua história, no segundo trimestre de 2022. Agora, o patrimônio do empresário é avaliado em US$ 59,9 bilhões, segundo a Bloomberg.

Considerando todo o ano de 2022, o cofundador do Facebook perdeu US$ 65,6 bilhões de sua fortuna. Em números absolutos, ele tem a queda mais acentuada do levantamento.

O patrimônio do empresário, que chegou a ser avaliado em US$ 142 bilhões em setembro de 2021, está em tendência de queda nos últimos meses. Em fevereiro de 2022, ele perdeu cerca de US$ 31 bilhões em um dia após a Meta registrar o maior tombo da história dos Estados Unidos.

Zuckerberg é agora a 19ª pessoa mais rica do mundo, segundo a Bloomberg. Ele está bem atrás de outros empresários de tecnologia, como o Elon Musk, fundador da SpaceX e da Tesla que lidera o ranking com fortuna de US$ 248 bilhões.

Veja top 5 do ranking de bilionários da Bloomberg:

  • Elon Musk: US$ 248 bilhões
  • Jeff Bezos: US$ 146 bilhões
  • Bernard Arnault: US$ 143 bilhões
  • Bill Gates: US$ 116 bilhões
  • Gautam Adani: R$ 116 bilhões
  • Queda no faturamento da Meta

    A Meta, controladora do Facebook, informou na última quarta-feira (27) que, no segundo trimestre de 2022, registrou queda de 1% em seu faturamento, em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado de US$ 28,8 bilhões marcou o primeiro recuo de faturamento da história da empresa.

    O lucro líquido também caiu, passando de US$ 10,3 bilhões para US$ 6,6 bilhões. Além disso, houve uma perda de 2 milhões de usuários mensais do Facebook, causada por uma diminuição na base de usuários na Europa. Agora, a rede social tem 2,934 bilhões de usuários em todo o mundo.

    A Meta estimou que a receita do terceiro trimestre ficará abaixo das estimativas de analistas, em meio a um período de baixa no mercado de anúncios digitais.

    A projeção da empresa é que a receita ficará entre US$ 26 bilhões e US$ 28,5 bilhões, enquanto analistas esperavam US$ 30,5 bilhões, segundo dados da consultoria Refinitiv.

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